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Florianópolis: 6 motivos que fazem a ilha da magia ser tão desejada para viver

Sunset On Hercilio Luz Bridge, Florianopolis, Santa Catarina, Brazil. One Of The Most Visited Post Cards In Florianopolis.

Florianópolis comemora 345 anos mais nova do que nunca!

A cidade natal de índios, portugueses, manezinhos e outras dezenas de povos e culturas celebra seu aniversário se reinventando. De cidade pacata à turística, de economia focada na agronomia e gastronomia à força tecnológica, a Florianópolis do século XXI tem muito a comemorar.

De beleza ímpar, cultura açoriana e repleta de atrativos, Floripa viu seu nome ser alçado ao mundo, abraçou os mais diferentes povos e comemora mais um aniversário de olho no futuro. Reunimos aqui as principais razões que fazem de Florianópolis a cidade “maix quirida” do mundo!

           

1. Natureza por todos os lados

Floripa tem 100 incríveis praias e ainda é a segunda capital com maior área de Mata Atlântica do país

A natureza exuberante de Florianópolis vai muito além das famosas e incríveis praias que a cidade tem. Lagoas, montanhas, cachoeiras, florestas nativas, córregos, mangues, morros, restingas e campos de altitude compõem o cenário perfeito da segunda Capital com maior área proporcional de Mata Atlântica natural do país. De acordo com o Atlas de Remanescentes Municipais de 2015, Florianópolis resguarda 25% de cobertura de seus 67,3 mil hectares originais. Ou seja, um quarto da cidade ainda tem natureza intocada!

A região entre o Morro das Pedras e o Naufragados, no Sul da Ilha, é considerada a floresta mais protegida da ilha pela Floram (Fundação Municipal do Meio Ambiente). Ali fica a reserva biológica que protege as nascentes da Lagoa do Peri, maior manancial superficial da Ilha, com 20km² de extensão e 5 km² de espelho d’água. Em uma voltinha na floresta você encontra exemplares centenários de árvores como garapuvus, canela preta, peroba e palmiteiros. É ar puro e conexão direta com a natureza!

Das famosas Jurerê Internacional, Canasvieiras, Campeche ou Joaquina a nem tão conhecidas como Lagoinha do Leste, Solidão ou Naufragados, o que não faltam em Florianópolis são opções de praias. Mas, afinal, quantas praias a cidade tem? Por muito tempo acreditou-se que Florianópolis tinha 42 praias. O número surgiu do pesquisador e folclorista Franklin Cascaes, que percorreu a cidade na década de 1960 e catalogou as 42 praias. Mas o número foi caso de desconfiança com o passar do tempo. O professor Nereu do Vale Pereira tirou a prova em campo. Ele mesmo percorreu toda a cidade e, como resultado, escreveu o livro “Descortinando as 100 belas praias de Florianópolis”, lançado em 2004 e atualizando o conhecimento completo sobre todos os balneários da cidade. Confira aqui o nome e a história das 100 praias de Floripa.

Curiosidade: o Sul da Ilha tem as regiões mais preservadas da cidade, tanto em praias quanto em Mata Atlântica. Alguns balneários ainda resguardam resquícios de pura tranquilidade e áreas intocadas, com comunidades de pescadores e paisagens ideais para contemplar a natureza.

 

2.Magia, lendas e mistérios da ilha

*“No creo en brujas, pero que las hay, las hay” (Não creio em bruxas, mas que elas existem, existem)

A paisagem de cinema da praia de Itaguaçu, com dezenas de pedras enormes que parecem flutuar sobre o mar calmo e azul, é também local de uma das lendas mais famosas da cidade. Bruxas, lobisomens, curupiras, boitatás e até o diabo fazem parte dos mistérios das pedras que compõem a paisagem do mar de Itaguaçu, na parte continental de Florianópolis. A história, cravada em uma pedra na região, faz parte das muitas lendas, mitos e “causos” contados e recontados na tradição oral e escrita da cultura ilhoa.

As bruxas são elementos recorrentes do folclore ilhéu – daí um dos motivos do nome “Ilha da Magia”. Muitas dessas lendas foram contadas por Franklin Cascaes, que registrou dezenas de histórias sobre a cultura e os costumes manezinhos. As bruxas, por exemplo, assustavam os pescadores, roubavam seus barcos e brincavam com suas tarrafas. São diversos contos de pescadores que já escutaram risadas e gritos em alto mar e tiveram seus barcos roubados ou tarrafas danificadas. Credo!

Outros personagens também habitam as lendas e mitos da cidade. As histórias contam que na Ilha de Anhatomirim fantasmas de quem foi sacrificado lá há muito tempo ainda se reúnem no local todas as noites. Em Ratones, os lobisomens são os personagens principais de uma história envolvendo uma família do interior da cidade. A praia da Joaquina teria ganhado este nome após a morte de uma mulher com o mesmo nome. Conta a lenda que Joaquina morreu de tristeza por ter perdido todos que amava e às vezes aparece no mar para amedrontar quem passa por lá. E aí, quem acredita?

Curiosidade: a pequena história da lenda envolvendo a praia de Itaguaçu foi registrada pelo historiador Gelci José Coelho, o Peninha, e está gravada em uma das pedras da praia:

“O local para o encontro festeiro seria a praia do Itaguaçu, o mais belo cenário da Terra. Todos seriam convidados, os lobisomens, os vampiros e as mulas-sem-cabeça. Os mitos indígenas também compareceram, entre eles estavam os curupiras, os caiporas, os boitatás e muitos outros. Em assembleia, as bruxas decidiram não convidar o diabo pela razão do seu imenso fedor de enxofre e pelas suas atitudes anti-sociais, pois ele exige que todas as bruxas lhe beijem o rabo como forma de firmar seu poder debochadamente absoluto. A orgia se desenrolava, quando surge de surpresa o diabo que, entre raios e trovões, raivosamente irritado pela atitude marginalizante das bruxas, castiga todos transformando-os em pedras grandes, que até hoje flutuam nas águas do mar verde e azul da praia de Itaguaçu. Daí o nome do lugar na língua dos indígenas: Ita = Pedra / Guaçu = Grande – Pedras Grandes”.

*A frase original, “No creo em brujas, pero que las hay, las hay”, é do livro Dom Quixote, de Miguel de Cervantes, e muito utilizada na Espanha e também em Floripa.

 

3. Tradição e cultura açoriana

A herança açoriana vive em cada cantinho de Florianópolis

No sotaque, na gastronomia, na cultura, na religião ou nos sobrenomes manezinhos, os resquícios da colonização portuguesa – e principalmente açoriana – são bem presentes até hoje em Floripa graças a um resgate às tradições históricas da cidade.

Como parte da estratégia da Coroa Portuguesa de ocupar o Brasil, cerca de 6 mil açorianos saíram da Ilha da Madeira, no Arquipélago dos Açores, e desembarcaram na então chamada Desterro entre 1748 e 1756. A influência daquele povo foi essencial para transformar Florianópolis no que ela é hoje.

Os casarios coloniais e igrejas seculares de resquícios portugueses até hoje são preservadas nos bairros mais antigos da cidade, como Santo Antônio de Lisboa e Ribeirão da Ilha. Com a arquitetura, vieram também os costumes e modos de trabalhar: as rendas de bilro, o artesanato e a pesca. Na religião, as festas e tradições permanecem até hoje, como a Festa do Divino Espírito Santo, o Terno de Reis e a Procissão do Senhor dos Passos.

Arquitetura açoriana na Freguesia do Ribeirão da Ilha

Mofas com a pomba na balaia, ô, istepô! O modo especial de falar do manezinho carrega, até hoje, a entonação cantada e de alta velocidade, herdada dos portugueses. Assim como a gastronomia que resguarda os deliciosos pratos à base de peixe, moluscos e crustáceos, que se incorporaram à cidade. Não tem como falar em Floripa sem lembrar das delícias gastronômicas daqui! Tainha assada, berbigão, pirão de caldo de peixe, ostras e camarões são os pratos que povoam os restaurantes da atualidade, mas que remetem também à herança portuguesa.

O resgate e a preservação da cultura açoriana em Florianópolis são o foco de vários grupos ou entidades que atuam hoje na cidade, como o Núcleo de Estudos Açorianos da UFSC, a Casa dos Açores de Santa Catarina, o Grupo Arcos, entre outros.

Curiosidade: Se quex, quex, si não quex, diz, ô istepô! O dialeto manezinho tem dezenas de expressões que são conhecidas só aqui. Dá uma ixpiadinha aqui nesse site ô ixtimadu pra conhecer várias expressões.

 

4. Destino desejado nacional e internacionalmente

Uma ilha que atrai os olhares de turistas e moradores de todo o mundo

A expansão urbana e do turismo no litoral de Florianópolis cresceram e tomaram proporções mundiais. Na prática, a cidade só começou a crescer mesmo a partir da década de 1960, quando houve também uma retomada de autoestima na cidade e a visão turística começou a ganhar corpo. Junto à “descoberta” do país – e também do mundo – das belezas e encantos de Florianópolis, a cidade cresceu, se desenvolveu e encantou a todos. Enquanto outras cidades do Estado já eram mais desenvolvidas, como Joinville e Blumenau, Florianópolis cresceu de forma lenta até a década de 1960 (a energia elétrica só chegou para valer em 1964), quando a cidade começou a acelerar o passo.

As belas paisagens naturais, a tradição açoriana, a cidade ainda pacata e pouco explorada chamaram a atenção de todo o mundo e, com a chegada da década de 1990, Florianópolis foi alçada de vez ao reconhecimento internacional. Enquanto turistas do mundo inteiro vinham visitar a paradisíaca ilha da magia – foi aí que o apelido ganhou força mesmo -, os argentinos começaram a vir para Floripa para ficar. A praia de Canasvieiras, no Norte da Ilha, por exemplo, foi tomada de “hermanos” e expressões “portunhóis” que até hoje permanecem na região. Também na região Norte, um bairro planejado e pensado para atrair pessoas do mundo inteiro surgiu na década de 1980: Jurerê Internacional.

A internacionalização da cidade fez crescer também a demanda por serviços e estrutura. Ainda que hoje essas são demandas da sociedade dentro de uma cidade cada vez mais povoada, Florianópolis cresceu para todos os lados e aproveitou a maré para surfar na onda do turismo e da fama. Na história recente, para além das praias e belezas naturais, Florianópolis ganhou destaque internacional com o tricampeonato em Roland-Garros do tenista “maix quiridu” da cidade, Gustavo Kuerten, com o desenvolvimento tecnológico da cidade (chamada de Vale do Silício brasileiro) e também com a atração de empresas internacionais para a cidade.

O crescimento da cidade no século XX se deu principalmente na região central e em direção ao Norte da Ilha. Após décadas de expansão, o Sul da Ilha é a bola vez. Com crescimento mais planejado e priorizando a sustentabilidade, as praias do Sul da cidade se tornaram as queridinhas de quem mora e visita Floripa. O lifestyle da região sul, mais voltado à natureza e tranquilidade, tem atraído cada vez mais pessoas para morar na região, em busca de qualidade de vida!

Praias do Sul da Ilha: equilíbrio entre desenvolvimento urbano e sustentabilidade

Curiosidade: existe um pedacinho de Floripa até mesmo em Londres. Um pub/restaurante na terra da Rainha decidiu homenagear Florianópolis (é o Floripa London), que tem um clima bem brasileiro. As caipirinhas são as mais pedidas, mas o bar tem comidas de boteco inspiradas no Brasil, decoração em clima brasileiro e até samba e MPB.

 

5. Destaque para a qualidade de vida

Rankings colocam Floripa no topo para ter um estilo de vida saudável

No ranking das melhores cidades para se viver, com alto IDH (Índice de Desenvolvimento Urbano), alta expectativa de vida e um dos destinos mais buscados para viajar, Floripa é figurinha fácil nos destaques entre as várias cidades do país. Nos últimos anos, Florianópolis é sempre destaque no IDH, índice medido em todo o mundo, que leva em consideração expectativa de vida, educação e Produto Interno Bruto. Em 2017, a Capital catarinense ficou em terceiro lugar entre todas as cidades do país.

Outros rankings também colocam Florianópolis em destaque. A cidade foi eleita a melhor para se criar os filhos, de acordo com ranking da Delta Economics & Finance, que leva em conta fatores como taxa de violência, custo de vida e o IDH. O estudo Desafios da Gestão Municipal, feito pela Macroplan, avaliou as cem maiores cidades do país e colocou Florianópolis em segundo lugar como a melhor capital para se morar. Outro estudo da mesma instituição, que levou em conta dados de 2005 a 2015, destacou Floripa como a segunda melhor Capital do país para se viver, considerando educação, cultura, saúde, segurança, saneamento e sustentabilidade.

Contato com a natureza e esportes ao ar livre fazem parte do estilo de vida

A cidade ganha destaque também quando o assunto é viver mais e melhor. Florianópolis é a segunda melhor do país (em um grupo de 150) para se viver após os 60 anos, segundo o Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade (IDL), levantamento feito pelo Instituto de Longevidade Mongeral Aegon e a Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP). O estudo leva em conta aspectos como termos econômicos, sociais, culturais e a estrutura da rede hospitalar.

Curiosidade: Floripa é também a segunda capital com maior expectativa de vida do país: aqui as pessoas vivem em média 77,35 anos, média superior a Santa Catarina e ao Brasil.

 

6. O Vale do Silício brasileiro é aqui!

Florianópolis vive boom no setor de tecnologia e decola a economia

A vocação de Florianópolis para o polo tecnológico rendeu à cidade um apelido bem promissor: o Vale do Silício brasileiro. A comparação com a região da Califórnia vai além das praias. Assim como a cidade que viu nascer grandes empresas de tecnologia como Google, Apple, Facebook, Microsoft e Netflix, Florianópolis respira há alguns anos os ares da alta tecnologia e do boom de empresas startups.

Em 2009, uma reportagem da rede inglesa BBC ressaltou a referência mundial que Florianópolis estava se tornando para a tecnologia. Entre as novidades estavam o então recém-criado Sapiens Parque, o desenvolvimento de tecnologias exportadas para todo o país e para o mundo, como o bafômetro  e a urna eletrônica (sim, eles foram idealizados em Floripa), e o desenvolvimento acelerado de jogos para videogame – um negócio cada vez mais lucrativo e em expansão.

A ascensão de Floripa para o ramo da tecnologia trouxe um novo campo próspero para a economia do município, com criação de empregos, desenvolvimento acelerado de carreiras e qualidade de vida. Com isso, empresas de renome nacional decidiram mudar suas bases para Florianópolis nos últimos anos, como a Peixe Urbano, a norte-americana Arc Touch e o co-working global Impact Hub. Entre algumas empresas de renome nacional e até internacional que nasceram e operam em Floripa estão a Resultados Digitais, a Softplan, a NeoWay, a Hoplon e a Nexxera.

Curiosidade: o setor de tecnologia já fatura no polo da Grande Florianópolis R$ 4,3 bilhões por ano e concentra 2.900 empresas de TI em Santa Catarina (37% de todo o Estado). Na comparação com outros 12 polos do país, o da Grande Florianópolis foi o que mais cresceu em 2015: 6,9% de crescimento, enquanto que o país teve uma queda de 0,1% naquele ano. (Ver matéria)

 

Parabéns, Floripa! São 345 anos de generosidade em abraçar a todos que aqui nasceram e a todos os manezinhos por adesão, que escolheram a ilha para viver. Que seus encantos, mistérios e magia continuam a encantar a todos!

 


 

Ficou curioso para conhecer a história de Floripa? Aí vai…

De Meiembipe a Floripa: a história da ilha da magia

Meiembipe, Jurerê Mirim, Porto dos Patos, Nossa Senhora de Desterro, Desterro, Florianópolis, Floripa ou ilha da magia. O nome pode mudar, mas a paixão de quem vive e visita a cidade continua a mesma. Das nomenclaturas adotadas pelos índios tupis-guaranis aos apelidos mais recentes que ajudaram a espalhar o nome da cidade por todo o mundo, a história de Florianópolis é um mar de descobertas, histórias e progresso.

Os primeiros a descobrirem e se encantarem com as belezas de Floripa foram os índios tupis-guaranis há quase 5 mil anos antes de Cristo. Eles povoaram nossa terra por milhares de anos até que, em 1675 o bandeirante Francisco Dias Velho fundou oficialmente o povoado, com o nome de Nossa Senhora do Desterro. O povoamento da cidade começou a se intensificar e, em 1726, ela foi elevada à categoria de vila. Fortalezas foram erguidas para resguardar a cidade, a agricultura e a indústria prosperavam e os primeiros imigrantes açorianos se ocupavam das localidades conhecidas hoje como Ribeirão da Ilha, Lagoa da Conceição, Santo Antônio de Lisboa e o centro da cidade. Os italianos e alemães também vieram misturar seus sotaques e tradições à cultura ilhoa.

No século XIX, Desterro foi elevada à categoria de cidade e tornou-se a Capital da província de Santa Catarina. O progresso chegou com tudo! Houve melhoria do porto, construções de edifícios públicos e obras urbanas. A cidade chegou a receber o imperador Dom Pedro II em 1845. Ora, pois!

Em 1894 Florianópolis ganhou o nome que leva até hoje como homenagem à vitória do Marechal Floriano Peixoto na Revolução Federalista. Ao entrar no século XX, a cidade se transformou profundamente, com acelerado crescimento populacional, de infraestrutura, efervescência cultural e progresso para todos os lados. A economia da cidade cresceu alicerçada no comércio, indústria e turismo – pilares que até hoje são referência no desenvolvimento de Floripa.

Curiosidade: de um dia para o outro, Florianópolis “envelheceu” 53 anos. Isso por que em 2015 foi sancionada uma lei que considerou como data de fundação o ano de 1673 (quando Dias Velho fundou o povoado) e não 1726 (quando o povoado foi elevado à categoria de vila e desmembrado de Laguna).

Você sabia?: Floripa não é só ilha não! A cidade tem uma (enorme) parte continental que nem todo mundo conhece. Até 1943, toda essa região continental pertencia ao município vizinho de São José, mas foi incorporado a Florianópolis. Ficam ali regiões bem desenvolvidas como Estreito, Coqueiros, Itaguaçu, Capoeiras e Abraão.  

Felipe Coin Bacichette
Felipe Coin Bacichette
Felipe fornece as informações técnicas e mercadológicas para a produção de todo o conteúdo do Blog Santa Ilha. É administrador de empresas, especialista no mercado imobiliário e apaixonado pela arte de entender e atender as pessoas. Gaúcho de Caxias do Sul, foi lá que iniciou a vida de empreendedor e adquiriu experiência em grandes marcas do mercado imobiliário. Mora em Florianópolis-SC desde 2013, onde fundou a Santa Ilha Imóveis e encontrou o equilíbrio entre a realização profissional e a qualidade de vida. É casado e tem uma filha que já nasceu com os pés na areia ; )

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